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Localizada no ponto mais alto da cidade a tricentenária Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar da Graciosa constitui marco fundamental para a história de Antonina: a fundação da freguesia, em 1719.
Pequena praia na baía de Antonina, com águas rasas, vegetação rasteira e elevações junto ao mar é um local de rara beleza.
Com seus rios, cachoeiras e densa vegetação vai se firmando como nova área de lazer, não só pelo seu apelo natural mas pelo interesse histórico. Caminhadas ecológicas, rafting e contato direto com a m
Construída em 1916 a Estação Ferroviária de Antonina é exemplo vivo da fase áurea do mate, quando Antonina se destacava como 4º porto brasileiro.
Monumento histórico do século XVIII teve sua construção iniciada provavelmente entre os anos de 1789 e 1817. A igreja, desde sua construção, foi restaurada 4 vezes em: 1900, 1921, 1976 e em 2019.
Recanto de onde se descortinam a bela baía antoninense e a exuberante vegetação de seu entorno e de onde se pode avistar embarcações primitivas e motorizadas, veleiros e navios.
Segundo a tradição esta igreja era refúgio religioso dos escravos que viam no milagroso Santo, seu protetor contra a perseguição do homem branco.
No percurso de aproximadamente 3 km pelas corredeiras do Rio Cachoeira é possível apreciar a beleza natural da região, principalmente o Pico do Paraná, o mais alto do sul do Brasil.
Com leito revestido de pedregulhos e água límpida, o rio do Nunes apresenta uma agradável praia fluvial, em áreas gramadas e arborizadas, usadas para acampamentos.
Em estilo eclético foi uma das residências mais importantes do século XIX. Construído no final do século XIX possui uma placa comemorativa do 44º ano de visita do Imperador D. Pedro II à Antonina.
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